Sesimbra: imigração recebida de braços abertos pela esquerda, portugueses pagam a fatura

Chegou mais uma leva de imigrantes a Sesimbra — e, mais uma vez, foram recebidos de braços abertos por quem devia estar preocupado, antes de mais, com quem já cá vive. É esse o retrato que o canal Desgoverno traz no vídeo desta semana, que pode ver aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=5PfB2PNuGoI

O vídeo mostra aquilo que já se tornou rotina em vários pontos do país: chega uma nova tranche de imigrantes e, antes de qualquer debate sério sobre capacidade de acolhimento, habitação disponível ou integração no mercado de trabalho, surgem logo os aplausos do costume, com o Livre e o Bloco de Esquerda em posição de destaque a celebrar a “diversidade” como se fosse um fim em si mesmo, em vez de um processo que exige planeamento, regras e, sobretudo, bom senso.

É preciso dizer o óbvio, por mais incómodo que seja para certa esquerda: querer controlar fronteiras e exigir critérios de entrada não é xenofobia, é responsabilidade de Estado. Um país que já não consegue dar casa a custos suportáveis aos seus próprios jovens, que tem listas de espera intermináveis na saúde e uma rede social sob pressão, não pode continuar a tratar a chegada descontrolada de pessoas como uma vitória moral automática. Sesimbra não é um caso isolado — é apenas mais um sintoma de uma política de portas abertas que nunca foi verdadeiramente discutida com os portugueses, apenas empurrada goela abaixo em nome de um progressismo de salão.

Enquanto o Livre e o Bloco de Esquerda transformam cada chegada em oportunidade fotográfica de virtude, são as autarquias, as forças de segurança e as comunidades locais que ficam depois a lidar com o dia a dia — sem meios extra, sem plano de integração credível e sem que ninguém à esquerda assuma qualquer responsabilidade quando as coisas correm mal. A direita tem toda a legitimidade para exigir que a imigração seja gerida com regras claras, capacidade real de acolhimento e respeito pelos portugueses que já hoje sentem o aperto no orçamento e nos serviços públicos. Abrir os braços é fácil quando é o Estado — ou seja, o contribuinte — quem paga a fatura.

Fica o vídeo do canal Desgoverno para verem com os vossos próprios olhos o que se está a passar em Sesimbra.

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Youtube Desgoverno