Miguel Morgado arrasa Fernando Medina: defender alguém pela cor do partido

Miguel Morgado arrasa Fernando Medina por defender alguém pela cor do partido e não pelos factos que estão em discussão. Um artigo sobre dois pesos e duas medidas.

Miguel Morgado volta ao canal Desgoverno, desta vez para responder a Fernando Medina, que saiu em defesa de Luís Neves. A crítica de Morgado é certeira: a defesa parece motivada mais pela cor partidária do que por qualquer outra razão.

É um padrão que os portugueses conhecem bem. Quando alguém próximo do PS é alvo de críticas, a reação imediata de muitos socialistas é fechar fileiras, independentemente dos factos. Quando é um adversário, a exigência de explicações é implacável. Dois pesos, duas medidas.

O que fica deste momento: cor do partido

Fernando Medina, antigo ministro das Finanças e antigo presidente da Câmara de Lisboa, tem uma longa carreira no PS. Ao tomar partido de forma tão clara, reforça a ideia de que há uma rede de proteção mútua dentro do sistema.

Morgado, com a sua habitual clareza, expõe essa contradição. E lembra que as instituições não pertencem a nenhum partido. Devem ser defendidas por todos quando funcionam bem e escrutinadas por todos quando há dúvidas.

Um vídeo que ajuda a perceber como funciona o jogo político em Portugal.

A lealdade partidária acima da cor do partido

Defender alguém apenas pela cor do partido é uma das práticas que mais afastam os cidadãos da política. Os portugueses querem ver os responsáveis avaliados pelos seus atos e não protegidos por solidariedades partidárias. Miguel Morgado aponta precisamente este vício, que atravessa vários partidos mas que se tornou especialmente visível no PS depois de tantos anos no poder. As instituições pertencem a todos os cidadãos e devem ser defendidas com base em factos. Quando a lealdade ao partido se sobrepõe ao interesse público, a democracia fica mais pobre e a confiança dos eleitores ainda mais frágil.

Veja o vídeo completo

Vejam o vídeo completo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=K6bD1BUGJeY

Concordam com Miguel Morgado? Deixem o vosso comentário.

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