André Ventura desmonta as teorias da esquerda sobre a crise de Ceuta

André Ventura desmonta as teorias da esquerda sobre a crise de Ceuta e defende mais controlo nas fronteiras. Um artigo sobre a Europa e a política migratória.

O canal Desgoverno traz mais uma intervenção de André Ventura sobre a crise de Ceuta, desta vez centrada nas teorias da esquerda sobre a imigração. Ventura contesta ponto por ponto a ideia de que a Europa pode acolher sem limites e sem consequências.

A crise de Ceuta mostrou como as fronteiras europeias podem ser postas à prova de um momento para o outro. A crise mostrou também as divisões sobre como responder. De um lado, quem defende mais controlo e cooperação firme com os países de origem e trânsito. Do outro, quem vê qualquer controlo como uma falha moral.

O contexto político: crise de Ceuta

Ventura coloca-se claramente do primeiro lado e não poupa a esquerda. Acusa-a de defender ideias bonitas no papel. E de nunca assumir os custos práticos dessas ideias. Custos que acabam pagos pelos contribuintes e pelas comunidades que recebem sem planeamento.

O debate é legítimo e necessário. Portugal faz parte do espaço europeu e o que acontece em Ceuta ou no Mediterrâneo afeta-nos a todos.

Vejam o vídeo e formem a vossa opinião.

As lições da crise de Ceuta

A crise de Ceuta mostrou como uma fronteira europeia pode ser posta à prova num único dia, com milhares de pessoas a entrar de forma irregular. Para Portugal, a lição é clara: a segurança das fronteiras externas da União Europeia diz-nos respeito, mesmo que o episódio aconteça noutro país. Um espaço sem fronteiras internas depende da solidez das fronteiras externas. Isso exige cooperação europeia, investimento em controlo e acordos eficazes com os países de origem e de trânsito. Ignorar o problema ou tratá-lo apenas como questão humanitária é deixar a Europa vulnerável a novas crises semelhantes.

Veja o vídeo completo

Vejam o vídeo completo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=pk6A6Nb41sg

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