Um ativista woke é contra os plásticos mas não deixa de os usar no dia a dia, e o vídeo mostra a contradição. Um artigo leve sobre coerência e militância.
O ativista woke e a coerência
Neste vídeo do canal Desgoverno, comentamos com humor o vídeo de uma ativista. Apresenta-se como grande defensora do planeta e crítica feroz dos plásticos. Mas, no dia a dia, não abdica deles.
Vídeo completo: https://www.youtube.com/watch?v=CFYQjJp-Vsw
Pregar uma coisa, fazer outra
O ambiente é um tema importante e merece ser levado a sério. É precisamente por isso que a incoerência de certo ativismo irrita tanta gente. Exige-se ao cidadão comum que pague mais taxas, mude hábitos e se sinta culpado, enquanto quem dá lições muitas vezes não cumpre o que prega.
O resultado é o descrédito das próprias causas. Quando a mensagem vem acompanhada de moralismo e de exemplos contraditórios, o português comum deixa de ouvir.
Menos lições, mais bom senso
Proteger o ambiente faz-se com soluções práticas, inovação e incentivos, não com culpa e hipocrisia. Faz-se também sem sobrecarregar as famílias com mais impostos “verdes” que acabam sempre por sair do mesmo bolso.
O vídeo é leve e bem-disposto, mas deixa uma pergunta séria: quem quer mudar o mundo não devia começar por dar o exemplo?
Vejam o vídeo completo no canal Desgoverno e deixem a vossa opinião nos comentários. E força, Patriotas, que Portugal é nosso! 💚❤️🇵🇹
A coerência que se exige a quem dá lições
Ninguém é perfeito e todos vivemos rodeados de contradições. O problema surge quando alguém se coloca num pedestal moral para dar lições aos outros e, ao mesmo tempo, não pratica aquilo que exige. O ativismo ambiental tem causas legítimas e a proteção do planeta diz respeito a todos. Mas a credibilidade de qualquer causa depende da coerência de quem a defende. Quando os ativistas não vivem segundo as regras que querem impor, o cidadão desconfia. Sente que lhe pedem sacrifícios que as elites não fazem.