Um canal televisivo angolano tem vindo a ofender André Ventura e o partido Chega, numa tentativa clara de criar ruído à sua candidatura à Presidência da República em Portugal. Esta ofensiva está diretamente relacionada com a posição firme que André Ventura tem tomado contra a corrupção que se verifica em Angola, conduzida pelo presidente João Lourenço e pelo seu partido. Em resultado da má gestão e práticas corruptas, o país viu aumentar a pobreza em cerca de 80%, um desastre humanitário e económico que afeta gravemente o povo angolano.
A situação angolana serve também como um espelho para a realidade portuguesa, onde o partido socialista, no poder há quase 50 anos, falhou em implementar melhorias significativas. Em todo este tempo, não conseguiram sequer construir um aeroporto, uma infraestrutura mínima essencial para o desenvolvimento do país. Esta falta de capacidade e de vontade política contribuiu para uma degradação contínua das condições de vida de muitos portugueses, que, como os angolanos, se veem vítimas das mesmas falhas estruturais e políticas.
O ataque ao André Ventura, inclusive pela comunicação social angolana, parece ser uma tentativa de desviar as atenções dessas verdadeiras questões de fundo. A posição do Chega, por isso, é vista como um incómodo para aqueles que preferem manter o status quo corrupto e as políticas que só beneficiam uma minoria. A crítica a André Ventura é, portanto, mais do que uma simples guerrilha mediática: é uma luta pelo futuro do país, pela defesa dos interesses do povo e contra um sistema que há décadas se recusa a evoluir.