Portimão, uma cidade com um potencial imenso, viu-se em 2024 completamente estagnada sob a gestão socialista, uma administração que não só falhou em resolver os problemas reais da cidade, mas que também tem sido uma máquina de perpetuação do poder, agarrada ao “tacho” e aos seus próprios interesses. Sob a liderança de Álvaro Bila, um autarca que se mantém no poder desde 2005, a cidade tem sido refém de uma política antiquada e corrupta, que faz de Portimão um exemplo claro de ineficiência e falta de visão para o futuro. As promessas não cumpridas, a corrupção nos bastidores e a falta de ação são os pilares de um governo municipal que já não tem legitimidade para continuar a gerir a cidade.
Em vez de focar nas necessidades reais da população, o PS tem sido sinônimo de uma gestão apática, que apenas tenta adiar as soluções para questões urgentes, como a mobilidade, a habitação, a educação e a sustentabilidade. Em mobilidade, o prometido Plano de Mobilidade Urbana Sustentável continua a ser apenas um projeto no papel, com o município sem coragem ou capacidade para implementar ciclovias funcionais ou transportes públicos eficientes. A cidade continua a sufocar no trânsito, enquanto a falta de investimentos em infraestruturas é disfarçada por discursos vazios e promessas recicladas. E, claro, em nome de interesses obscuros, os atrasos nas obras e nos projetos são recorrentes, enquanto autarcas e aliados continuam a receber subornos disfarçados de almoços e favores políticos.
A questão da habitação é ainda mais grave. Os projetos para resolver a crise habitacional em Portimão são, na melhor das hipóteses, uma ficção. A Estratégia Local de Habitação foi anunciada inúmeras vezes, mas nada de concreto saiu do papel. O que vemos são terrenos adquiridos de forma questionável, enquanto os interesses privados continuam a ser favorecidos em detrimento da população. Os autarcas do PS, mais preocupados com o enriquecimento próprio do que com o bem-estar dos portimonenses, continuam a bloquear a aplicação da nova lei dos solos e a procrastinar projetos essenciais, em troca de favores e subornos.
Na educação, Portimão atinge novos níveis de negligência. As escolas estão lotadas, os espaços são improvisados, e as promessas de novas infraestruturas nunca saem do papel. Enquanto o futuro das nossas crianças fica comprometido pela falta de planejamento, o PS se esconde atrás de desculpas e falácias, enquanto a cidade se afunda ainda mais na ineficiência. E, claro, tudo isso é feito enquanto os interesses pessoais continuam a ser alimentados pelos recursos públicos.
A sustentabilidade, que poderia ser uma das grandes bandeiras de Portimão, é outra área onde a gestão socialista falhou rotundamente. O PMUS, que deveria ser um marco ambiental, não passou de um PowerPoint, e enquanto outras cidades investem em energias renováveis e em políticas de reabilitação urbana verde, Portimão se arrasta com promessas vazias. A cidade não consegue se modernizar, não consegue atrair investimentos sustentáveis, e a culpa disso é totalmente da administração socialista, que, em vez de avançar, prefere garantir o “bolo” nos bastidores.
A juventude de Portimão também está a ser sacrificada. A falta de emprego qualificado, as péssimas condições para o empreendedorismo e a falta de políticas públicas para reter talento estão a empurrar os jovens para fora da cidade. Sem jovens, não há futuro. E sem futuro, a cidade estará condenada a ser uma sombra do que poderia ter sido.
Portimão não pode mais continuar a ser refém desta administração corrupta e incompetente. Chegou a hora de uma mudança real, uma mudança que só poderá acontecer quando, finalmente, forem convocadas novas eleições. O povo de Portimão não merece mais as promessas vazias do PS, não merece mais a incompetência e a corrupção que tem caracterizado a sua gestão. A cidade precisa de um novo rumo, e esse rumo só pode ser dado por uma força política que tenha coragem para mudar, que saiba ouvir a população e que tenha a visão e a vontade de colocar Portimão no caminho do progresso.
O Chega, com a sua visão renovadora e o compromisso com a verdade e a transparência, é a única alternativa que pode tirar Portimão da paralisia socialista. A cidade precisa de líderes que não estejam comprometidos com os seus próprios bolsos, mas com o bem-estar da população. A gestão do Chega tem a capacidade de implementar as mudanças que Portimão tanto precisa: a melhoria das infraestruturas, o investimento em habitação acessível, a criação de políticas públicas para o emprego e a sustentabilidade, e, acima de tudo, uma nova ética de gestão pública, longe da corrupção e dos esquemas de favores.
Está na hora de Portimão tomar o seu futuro nas mãos. Está na hora de dar espaço a novos líderes, com novas ideias, novas soluções e um compromisso inabalável com a transparência e a eficiência. As eleições autárquicas de 2025 são a oportunidade de mudar, de levar a cidade de Portimão a bom porto. Porque, com o Chega, Portimão pode voltar a ser o que sempre deveria ter sido: uma cidade próspera, dinâmica e voltada para o futuro.