Estar a trabalhar numa cidade a apenas 60 km da minha residência em Portugal e enfrentar uma situação de recusa de ajuda por parte de colegas da mesma profissão é algo lamentável. Em Faro, contactámos várias empresas, tanto por telefone como pessoalmente, na tentativa de obter apoio, mas todas fizeram de conta que não sabiam do que se tratava, recusando-se a colaborar. Este ato evidencia uma triste realidade: as pessoas estão cada vez mais focadas apenas nos seus próprios interesses, negligenciando o apoio mútuo que deveria existir numa comunidade profissional e social.
Quando a ajuda vem do nosso lado, não falhamos. Entretanto, ao pedir auxílio, somos confrontados com a indiferença e o egoísmo que impera. É um reflexo direto da sociedade em que vivemos, marcada por uma postura egoísta e interesseira, muito parecida com a daqueles políticos que têm destruído Portugal e o mundo, centrados exclusivamente no próprio umbigo e alheios às necessidades coletivas.
Essa realidade não se limita a pequenas ações, mas manifesta-se no dia a dia, corroendo os pilares da solidariedade e do respeito mútuo. A falta de cooperação e a prevalência do individualismo exacerbado são sintomas de um sistema que privilegia o mesquinho e desvaloriza os valores que deveriam unir a comunidade. Infelizmente, somos forçados a lidar com este cenário, na esperança de que algum dia a empatia e o espírito de ajuda prevaleçam.
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