Os casos de corrupção e bandidagem do Chega e o que eles fizeram para resolver isso, comparando com os Socialistas

Os casos de corrupção e bandidagem no partido Chega têm sido menos frequentes e, quando surgiram, o próprio partido tomou medidas para afastar e punir os envolvidos, procurando manter uma imagem de rigor e combate à desonestidade interna. A transparência e a responsabilização têm sido prioridades para evitar que pessoas desonestas permaneçam na estrutura do partido, demonstrando que, apesar de existirem casos isolados em qualquer organização, o que realmente importa é a reação das direções para corrigir esses episódios.

Por outro lado, nos partidos socialistas, inúmeros escândalos revelam uma cultura de impunidade. Eduardo Cabrita, por exemplo, esteve envolvido em casos como o das golas dos bombeiros, onde ajudou a protelar a ajuda às famílias das vítimas, mesmo em situações graves que provocaram mortes em autoestrada, sem que tivesse sofrido demissão ou qualquer penalidade significativa. Mariana Vieira da Silva e Ana Catarina Mendes, dirigentes socialistas, estiveram ligadas a processos onde quantias consideráveis foram escondidas em documentos oficiais ou associados a denúncias que nunca foram totalmente esclarecidas.

Casos como as escutas destruídas relativas à Casa Pia, que poderiam comprometer figuras do PS como Ferro Rodrigues e Paulo Pedroso, não foram devidamente investigados, com uma proteção institucional evidente. O escândalo dos 4 milhões das gémeas e o uso indevido dos fundos europeus apontam para outro nível de corrupção, sempre com pouca transparência e ausência de consequências reais para os responsáveis.

No que diz respeito às ajudas a vítimas dos incêndios de Pedrógão, as promessas de construção de casas nunca se concretizaram, e o dinheiro destinado desapareceu, sem resposta efetiva do governo. São exemplos claros de má gestão e corrupção, com responsáveis a serem premiados com reformas vitalícias e aumentos consideráveis, um sinal de impunidade e desrespeito pelos cidadãos.

Assim, enquanto o Chega procura fazer a sua limpeza interna e expor desonestidade, os socialistas parecem proteger os seus, ignorando as consequências dos seus atos e mantendo um sistema que favorece os corruptos e incompetentes. A diferença está, então, na reação: existe gente desonesta em todo o lado, mas é fundamental o que cada partido faz em relação a essas pessoas.

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