Portugal está do avesso. Criminosos recebem mais que os heróis dos nossos bombeiros. Sabiam que os presos que cometeram crimes e estão na prisão recebem melhores condições que muitos bombeiros? Bombeiros não têm seguros nem ajuda do Estado enquanto os presos recebem ordenado por terem cometido crimes e estarem na prisão.
Esta realidade é difícil de compreender e aceitar. Os bombeiros, que arriscam as suas vidas todos os dias para salvar outras, lutam por melhores condições de trabalho, por apoios que garantam a sua segurança e por reconhecimentos que deveriam ser naturais. Por outro lado, aqueles que infringem a lei, consequentemente colocando a sociedade em risco, desfrutam de benefícios que deveriam ser destinados a quem realmente contribui para o bem comum.
Enquanto o Inverno se aproxima e os fogos florestais continuam a devastar o país, os bombeiros enfrentam a falta de recursos, de equipamentos adequados e a ausência de uma rede de apoio que os proteja verdadeiramente. Esta discrepância entre os que protegem e os que infringem a lei é um sintoma claro de uma desorganização social e administrativa preocupante. Acima de tudo, é um sinal de um sistema que falha em valorizar verdadeiramente o esforço e o sacrifício dos nossos heróis do dia a dia.
A injustiça no tratamento dispensado aos bombeiros em comparação com os presos reflete uma inversão de prioridades que muitos portugueses questionam diariamente. Os bombeiros dedicam-se plenamente e muitas vezes em regime de voluntariado, enfrentando condições adversas sem garantias mínimas. Enquanto isso, as prisões assumem um papel que parece privilegiar os detidos, inclusive pagando-lhes durante o cumprimento das suas penas, conceito este que choca com a realidade dos profissionais que salvam vidas.
Um recluso que está privado de liberdade, afastado da sociedade, do emprego, de relações normais — devia ver a sua situação constringida: menos privilégios, condições básicas de habitação. Em vez disso, vemos que o sistema aceita e até cria condições confortáveis com o nosso dinheiro para visitas íntimas — com cama de casal, casa de banho, privacidade — como se a privação de liberdade fosse parcialmente aliviada com este “benefício”. Isto levanta questões éticas e de justiça:
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Equidade social: Um trabalhador orgulhoso que arrenda, que paga contas, que se sacrifica, talvez não tenha direito a tais condições na sua própria habitação.
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Efeito simbólico: Enquanto se diz “quem comete crime paga”, funciona também a lógica “quem está preso tem meios para manter convívio íntimo confortável”.
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Punição versus conforto: Se a pena é a privação da liberdade, será justo que o preso mantenha, quase como prémio, instalações de luxo relativamente ao que muitos cidadãos enfrentam?
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Yin-yang da reabilitação: Claro que manter laços é importante para reinserção, mas onde está o equilíbrio entre garantir dignidade e não confundir direito com regalia?
Conclusão
Se o Estado gasta recursos para criar quartos equipados para visitas íntimas, quem mais poderia beneficiar desses recursos? Funcionários que arriscam vidas, bombeiros que prestam serviço público, ou cidadãos que trabalham para sustentar o sistema?
Enquanto o “castigo” for suavizado por condições especiais, a mensagem que se transmite é: “culpado ou não, olha-me bem… o quarto está pronto para a visita”. Talvez seja hora de repensar se a pena é mesmo pena — ou apenas outra forma de sala de visitas confortável com vista para… liberdade condicional.
É urgente repensar as políticas públicas e os apoios destinados a estes dois grupos, de modo a que os bombeiros possam ser reconhecidos e protegidos devidamente, e que os recursos sequer sejam aplicados para mitigar efeitos negativos causados por crimes.
Existem outras propostas vindas dos socialistas de até instalarem ar condicionado nas celas quando muitos esquadras da policia são inundadas quando chove.
Para satirizar este momento e mostrar ao público a indignação que muitos sentem perante esta situação, criámos um vídeo de música, que pode ser assistido neste link.
Temos vários projetos que podem interessar e que podem partilhar pelos amigos:
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- YouTube Doce Português – outro projeto nacional que promove valores de cultura portuguesa e elogia a história de Portugal e os imigrantes portugueses que foram para fora para lutar por uma vida que os políticos portugueses não souberam proporcionar com as condições de governação que criaram ao longo dos anos
- Spotify do Português Puro
- BuyMeACoffee
Assistir ao v?deo completo: https://www.youtube.com/watch?v=MxvcbLnz1-Y