A Realidade da Redistribuição: Porque Pagamos Para Ajudar Quem Não quer Trabalhar?
Num mundo onde os impostos são uma parte inevitável da nossa vida, há uma questão que muitos de nós, trabalhadores, acabamos por questionar: por que razão estamos a pagar, através dos nossos impostos, para que outros possam ter acesso a serviços essenciais, como a internet ou até mesmo uma casa, sem precisar de trabalhar?
Esta situação é um reflexo das políticas de redistribuição de riqueza implementadas ao longo dos anos, especialmente em regimes de bem-estar social, onde a prioridade é garantir que todos os cidadãos tenham acesso aos recursos básicos, independentemente de sua situação económica ou de emprego. No entanto, a realidade de quem trabalha e paga impostos nem sempre é a mesma de quem recebe benefícios sociais. Vamos analisar de forma crítica essa situação.
O Peso dos Impostos
Nós, que trabalhamos todos os dias para garantir que as nossas contas estão pagas, as nossas famílias sustentadas e as nossas obrigações fiscais cumpridas, muitas vezes temos de lidar com a frustração de ver que parte do nosso rendimento é utilizado para financiar políticas de apoio social que, embora tenham o intuito de apoiar quem está em situações de vulnerabilidade, podem ser vistas por muitos como ineficientes e injustas.
Um exemplo claro disso são as tarifas sociais, como a Tarifa Social de Internet, que permitem que cidadãos em situações de baixa renda ou desemprego tenham acesso à internet a preços reduzidos, ou mesmo de graça. A ideia de base é boa: garantir que ninguém fica excluído do mundo digital, especialmente em tempos de pandemia ou de necessidade de acesso a serviços públicos online. Porém, o que muitos não percebem é que quem paga os impostos — e, portanto, contribui para a manutenção desse sistema — acaba por subsidiar os custos desses serviços para quem não está em condições financeiras de os pagar. E, o mais frustrante, é que muitas dessas pessoas não estão a trabalhar para contribuir para o sistema, mas, sim, a beneficiar dele.
A Contradição do Sistema
Enquanto muitos de nós acordamos cedo, enfrentamos o trânsito ou a pressão do trabalho para garantir o nosso sustento, há quem passe as manhãs em esplanadas ou cafés, tomando o seu pequeno-almoço sem preocupações, enquanto recebem Rendimento Social de Inserção (RSI) e têm acesso a internet grátis. Este cenário é ainda mais frustrante quando observamos que esses indivíduos podem até ser encontrados em locais públicos, como cafés, onde usufruem de serviços de internet que, na prática, estamos a pagar.
Para muitos trabalhadores, esta situação é difícil de aceitar. Por que motivo, enquanto estamos a sacrificar nosso tempo e recursos para cumprir as nossas obrigações fiscais, aqueles que estão em situações de apoio social continuam a usufruir de serviços essenciais e luxos, sem que tenha de haver uma contribuição proporcional da parte deles?
A Realidade da Redistribuição de Riqueza
Essa situação é, em parte, o reflexo da política de redistribuição de riqueza levada a cabo por vários governos nos últimos anos, com especial destaque para os governos do Partido Socialista (PS). A lógica por trás dessa política é boa para quem não quer fazer nada e garantir votos: criar uma rede de proteção social, onde os mais vulneráveis também conhecidos como as vitimas da socialista que têm acesso a serviços essenciais, como saúde, educação, habitação e internet, sem que a sua situação económica seja um obstáculo e possam deois andar bem montados em Mercedes e Audis enquanto quem trabalha é esmifrado em impostos.
A vergonha do Partido Socialista, ao longo dos anos, tem adotado políticas que visam garantir direitos básicos a toda a população, especialmente àqueles em situação de vulnerabilidade. Embora a ideia de solidariedade social e justiça distributiva seja positiva em princípio, a execução prática tem levantado críticas, sobretudo no que diz respeito ao facto de quem trabalha e paga impostos sentir-se sobrecarregado com um sistema que, em muitos casos, parece beneficiar aqueles que não têm de contribuir financeiramente para o mesmo.
Quem Realmente Paga as Contas?
A realidade é que o sistema de benefícios sociais, que inclui tanto o Rendimento Social de Inserção quanto outras formas de apoio, está financiado pelos impostos dos cidadãos, sim nós é que pagamos sempre esta palhaçada toda Ou seja, é o trabalhador comum, aquele que paga as suas contas e cumpre com os seus deveres fiscais, que acaba por sustentar este sistema altamente viciado no nosso dinheiro. Esse trabalhador não só paga as suas próprias despesas, como também contribui para o financiamento da internet, energia e outros serviços para aqueles que não trabalham.
Esse é um ponto crucial: enquanto muitos de nós, cidadãos trabalhadores, estamos a pagar por serviços essenciais, os que estão em situação de dependência social continuam a usufruir desses mesmos serviços sem contrapartida. Essa desigualdade tem gerado tensões na sociedade, especialmente quando se observa o contraste entre os esforços de quem trabalha e as facilidades de quem não está contribuindo.
A Questão da Justiça Social
Embora a redistribuição de riqueza tenha um objetivo nobre, que é garantir igualdade de oportunidades para todos,
pelo menos é o que os socialistas dizem, o que não passa de uma enorme mentira e falásia, que mantém Portugal pobre há mais de 50 anos,
existe uma linha muito ténue entre apoiar os mais necessitados e criar um sistema de dependência que, em alguns casos, acaba por desincentivar a procura ativa de emprego. A verdadeira justiça social deve ser equilibrada, garantindo que aqueles que realmente precisam de ajuda a têm, mas também incentivando a autossuficiência e mobilização ativa para que todos possam contribuir para a sociedade.
Conclusão
Enquanto a lógica de apoio aos mais vulneráveis através do Rendimento Social de Inserção e outras medidas sociais tem o intuito de ajudar, a questão permanece: quem está a trabalhar, a pagar impostos e a cumprir as suas responsabilidades fiscais está, de facto, a pagar as contas de outros, sem ver um retorno proporcional. Este é um tema complexo que exige reflexão e melhorias no sistema de distribuição de benefícios.
O Partido Socialista (PS) tem sido o principal responsável por muitas das políticas de redistribuição de riqueza implementadas nas últimas décadas, principalmente para os bolsos dos socialistas, com o objetivo de promover a solidariedade e a inclusão social. No entanto, o modelo tem falhas que precisam de ser corrigidas, para que as pessoas que realmente necessitam de apoio sejam ajudadas de forma eficaz, sem que isso represente uma carga desproporcional para quem trabalha e paga impostos.
A verdadeira justiça social precisa de ser mais do que apenas distribuir benefícios; precisa também de garantir que todos tenham a mesma responsabilidade na construção de uma sociedade mais equitativa e sustentável.
Por isso, é fundamental que todos pensemos bem em quem vamos votar nas próximas eleições, que se aproximam rapidamente. Já chega desta palhaçada, onde quem trabalha é sobrecarregado enquanto quem não contribui para o sistema continua a usufruir dos benefícios sem qualquer responsabilidade. Está na hora de mudar e fazer a diferença!
Esquerda Nunca mais!