Contra o Chega os tribunais são muito rápidos, mesmo em férias, e o vídeo pergunta porque não é assim para todos. Um artigo sobre justiça e igualdade de tratamento.
Porque é que os tribunais são muito rápidos só às vezes?
Neste vídeo do canal Desgoverno, comentamos um fenómeno que muitos portugueses já notaram. Quando os processos envolvem o Chega, a justiça parece ganhar uma rapidez rara. Mesmo em plenas férias judiciais.
Vídeo completo: https://www.youtube.com/watch?v=rH-SIJMdVuY
Dois pesos, duas medidas?
Qualquer português que já tenha esperado anos por uma decisão num tribunal sabe como a justiça portuguesa é lenta. Processos que se arrastam, prazos que prescrevem, casos mediáticos de corrupção que levam mais de uma década a chegar a julgamento. É por isso que a rapidez em certos processos contra o Chega levanta perguntas legítimas.
Não se trata de pôr em causa a independência dos tribunais, que é um pilar do Estado de direito. Trata-se de exigir que a justiça seja igual para todos: tão rápida para um partido da oposição como para um ex-governante, um banqueiro ou um autarca.
A confiança constrói-se com coerência
A confiança dos portugueses na justiça depende da perceção de que as regras são aplicadas da mesma forma a todos. Quando essa perceção falha, perde a justiça e perde a democracia.
Analisamos o caso com ironia, mas a questão de fundo é séria. Queremos uma justiça rápida para todos, e não apenas quando o visado incomoda o sistema.
Vejam o vídeo completo no canal Desgoverno e deixem a vossa opinião nos comentários. E força, Patriotas, que Portugal é nosso! 💚❤️🇵🇹